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O Brasil

O Brasil tem as condições mais propícias para se tornar um dos principais destinos da pesca amadora em todo o mundo, já que conta com mais de 12% de toda a água doce do mundo e oito mil quilômetros de costa.

Desde maio de 2010, o Ministério da Pesca e Aquicultura tem um importante compromisso com todos os brasileiros: planejar e gerir a pesca amadora no País, de forma a beneficiar os seus milhares de aficionados e a toda a ampla cadeia produtiva que a atividade envolve.

Para estabelecer as políticas públicas e as diretrizes governamentais para a pesca amadora o ministério leva em conta democraticamente as aspirações dos próprios pescadores amadores. São as decisões do I Encontro Nacional da Pesca Amadora, em Brasília, nos dias 1 e 2 de setembro de 2010. Evento com a participação de delegações de todos os estados brasileiros.

Assim, os pescadores amadores do Brasil, em suas diferentes modalidades, podem esperar daqui para frente muitas conquistas e inovações para o setor.

Temos duas boas notícias. Uma é a implantação de um novo sistema para o registro dos pescadores amadores. Ele torna o processo mais “amigável” e permite o melhor monitoramento da categoria, facilitando o planejamento da atividade.

Também o novo sistema passou a emitir a licença para as pessoas isentas do pagamento da taxa, ou seja, aposentados, homens com mais de 65 anos e mulheres com mais de 60 anos.


segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Captura Dourado do Mar - 15Kg - Ilhabela Brasil

Segunda etapa do campeonato de pesca oceânica de Ilhabela 2014 - 08/11/2014.
Captura de um Dourado do Mar, macho, com 15,08Kg embarcação Noor.

Captura Dourado do Mar - Ilhabela 08/11/2014


terça-feira, 18 de março de 2014

Períodos de defeso marinho

Períodos de defeso contribuem para a sustentabilidade do uso dos estoques pesqueiros.

Entre o período de outubro a fevereiro diversas espécies continentais entram no período de defeso. O defeso é uma medida que visa proteger os organismos aquáticos durante as fases mais críticas de seus ciclos de vida, como a época de sua reprodução ou ainda de seu maior crescimento. Dessa forma, o período de defeso favorece a sustentabilidade do uso dos estoques pesqueiros e evita a pesca quando os peixes estão mais vulneráveis à captura, por estarem reunidos em cardumes.

Os pescadores artesanais, industriais e amadores podem conferir os períodos de defeso no Brasil, não apenas das espécies continentais, como das marinhas e ainda de áreas de transição.

As informações abrangem tanto o período de defeso – ou seja, o período em que a pesca é proibida – como também as instruções normativas que deram origem à proteção das espécies.

Também são indicados os estados, as regiões ou as localidades onde o defeso deve ser observado. As espécies de peixes, crustáceos e moluscos contempladas pelo defeso são mencionadas pelo seu nome popular e científico.


Tamanho mínimo para captura

INSTRUÇÃO NORMATIVA MMA nº53 DE 22 DE NOVEMBRO DE 2005

Tamanho mínimo de captura

O tamanho mínimo de captura refere-se ao tamanho a partir do qual é autorizada a pesca de uma determinada espécie, baseado no tamanho da 1º maturação sexual da espécie e é implantado com o objetivo de assegurar a correta conservação e gestão da atividade pesqueira. No caso de haver captura de exemplares de dimensões inferiores ao tamanho mínimo estabelecido é obrigatória a sua imediata devolução, não podendo ser mantidos a bordo, transportados, armazenados, ou vendidos. As dimensões dos peixes referidas nas tabelas equivalem ao comprimento da ponta do focinho à extremidade da nadadeira caudal (comprimento total), essa medição deve ser feita sob uma superfície plana. Esta informação é importante para que o pescador/consumidor apenas adquira peixes com tamanho legal, contribuindo assim para a conservação dos recursos pesqueiros.


*Em alguns casos específicos, adota-se outra forma de medir o peixe, que é sempre determinada em norma específica. Cabe observar que os Estados podem legislar sobre a pesca, tornando-se oportuna esta consulta aos Estados onde se pretende realizar a pescaria.

Recorte Marinho

O Brasil possui cerca de 8.500km de linha de litoral e um certo número de ilhas, totalizando 3,5 milhões de km² de ZEE e se estende desde o Cabo Orange (5º N) até o Chuí (34º S), situando-se, na maior parte, nas regiões tropicais e subtropicais (CNIO, 1998). Os ecossistemas dessas regiões são caracterizados pela elevada diversidade de espécies e baixa biomassa de cada estoque.





Por que usar roupas com proteção UV ?

Os raios solares são essenciais para a saúde do ser humano, já que participam da formação da vitamina D, indispensável para o fortalecimento dos ossos. No Brasil, alguns minutos diários de exposição ao sol em partes do corpo sem filtro solar são suficientes para se manter dentro do nível necessário de vitamina D. Infelizmente, acabamos nos expondo ao sol muito mais tempo do que o necessário, seja na praia, piscina, na rua ou mesmo dentro do carro.

Os raios solares ultravioleta (UVA e UVB) prejudicam a pele, causando envelhecimento precoce, queimaduras e até câncer. Os raios UVB causam mais danos durante as épocas mais quentes, como o verão, e no horário de 10:00 as 16:00. Já os raios UVA causam danos o tempo todo, seja inverno ou verão, estando o dia claro ou nublado. Atravessam inclusive o vidro dos carros, e a água. A radiação solar pode ser refletida pela neve, areia e concreto atingindo pessoas mesmo em locais de sombra. Mesmo pessoas de pele escura são afetadas pela radiação ultravioleta. As crianças sofrem mais com a exposição aos raios ultravioleta, pois tem a pele mais fina, e passam mais tempo ao sol. 80% do tempo que passamos ao sol durante toda nossa vida é passada antes dos 18 anos.

Usar filtros solares não é suficiente. Duram só 2 horas e precisam ser reaplicados. Não são espalhados uniformemente. E o principal, a maioria dos filtros solares não filtra os raios UVA, somente os raios UVB.

As roupas comuns também deixam passar grande parte dos raios ultravioleta. Principalmente se forem claras e de algodão, como a maioria das camisetas que utilizamos. Quando ficam molhadas, deixam passar ainda mais raios ultravioleta.

Para se proteger de forma segura, o ideal é utilizar roupas e acessórios com proteção uv. A proteção uv é medida em FPU (fator de proteção ultravioleta - não confundir com o FPS dos filtros solares). Uma roupa com FPU 50+ impede a passagem de 98% dos raios ultravioleta, seja UVA ou UVB. Essa proteção continua mesmo quando a roupa é molhada. Não sai durante as lavagens.

Essa proteção é conseguida através de um aditivo a base de oxido de titanio, que é incorporado as moléculas dos fios dos tecidos (por isso não sai durante as lavagens). Além disso, a estrutura do tecido é produzida com uma porosidade que não permite a passagem dos raios UVA e UVB , mas que permite a respirabilidade da pele. Em algumas roupas e acessórios o aditivo é adicionado após a fabricação. É o caso de roupas de algodão ou chapéus de fibras naturais.

Roupas com proteção uv de qualidade usam tecidos certificadospor entidades como a Arpansa (Australian Radiation Protection and Nuclear Safety Agency) - entidade governamental australiana que criou a norma para medir o FPU em roupas e acessórios.

A maior parte das roupas com proteção uv de qualidade são produzidas com tecidos inteligentes, a base de poliamida, uma fibra sintética de toque macio e sedoso. Esses tecidos inteligentes possuem as seguintes características:

- alta resistencia
- baixa absorção de umidade, não ficando grudados no corpo
- permite a rápida evaporação do suor, evitando o aquecimento do corpo
- secagem rápida
- fácil lavagem
- resistencia ao amarrotamento
- não encolhe
- não desbota
- resiste ao mofo, traças, fungos
- resiste ao cloro da piscina.

Alguns tecidos inteligentes também possuem ação bacteriostática, que impede a proliferação de bactérias evitando o mau cheiro nas roupas por causa do suor.

Nem toda poliamida é igual! Existem poliamidas de maior ou menor qualidade. A qualidade vai depender do tipo de poliamida, da forma como ela é fabricada, torcida, beneficiada. Quanto melhor a qualidade da poliamida, maior a qualidade da roupa. Poliamidas de baixa qualidade produzem roupas pouco macias, que desbotam rapidamente, e aquecem mais o corpo.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Regulamentação da implantação de recifes artificiais em ambientes aquáticos

Link para o documento fornecido pelo MMA (Ministério do Meio Ambiente) descrevendo o que se faz necessário para a regulamentação/construção de recifes artificiais na costa Brasileira:

   - Link para o documento do Ministério do Meio Ambiente (MMA)

Como realizar uma denúncia no MPA (Ministério da Pesca e Aquicultura do Brasil)

A fiscalização do MPA possui um canal aberto com a sociedade e é importante que, ao identificar qualquer indício de irregularidade, o cidadão informe ao MPA para que as providências sejam tomadas.

As denúncias são importantes para o combate à prática ilegal ou irregular da pesca e da aquicultura. Para encaminhar uma denúncia, envie um email para:

   - fiscalizacao.cafis@mpa.gov.br.

Mistura de óleo recomendada para motores 2 tempos Mercury

De acordo com o manual da Mercury para motores 2 tempos, a mistura recomendada de óleo junto a gasolina é de 1:25 para o primeiro tanque e de 1:50 para os demais tanques.

Em outras palavras, a mistura recomendada de óleo para motores 2 tempos no tanque de gasolina é o total desejado dividido por 25 ou 50 de acordo com a utilização (primeira tanque ou ou não).

Exemplo:

   - Supondo que o abastecimento desejado será de 1 litro de gasolina, a quantidade recomendada de óleo será 1/25 para o primeiro tanque e 1/50 para os demais.

   - Para facilitar a conta, transforme tudo em ml (mililitros), ou seja, 1 litro = 1000 ml, e 1000 ml / 25 = 40 ml de óleo e para os demais tanques 20 ml de óleo.

Lembre-se de que o exemplo utiliza 1 litro apenas, dessa forma podemos assumir que para cada litro de gasolina utilizaremos 40 ml ou 20 ml de óleo para motores 2 tempos, assim sendo basta multiplicar pela quantidade desejada de gasolina no tanque.

Segue trecho do manual da Mercury (em inglês):

Mixing Fuel and Oil
Use a 1:25 oil/gasoline mixture in the first tank of fuel.
After the break‑in fuel mixture is used up, use a 1:50 oil/gasoline mixture.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Bonito atacando popper - 09/03/2014

Momento em que um Bonito ataca a isca popper no litoral sul de SP.

Da pra ver o cardume atacando bem na frente da proa do barco momentos antes do lançamento.

Video (YouTube)



quarta-feira, 12 de março de 2014

O Mito da Pressão

O Mito de Pressão
pelo Dr. David A. Ross (texto original)

Será que a mudança de pressão pode realmente afetar o nosso sucesso na pesca? Deixe a ciência responder a essa pergunta.

Os pescadores as vezes, têm idéias ou opiniões sobre o ambiente marinho , que não resiste a uma análise científica. Por exemplo, muitos pescadores acreditam que mudanças na pressão barométrica influenciam fortemente o comportamento dos peixes e a sua vontade de cooperar com os pescadores. Alguns têm mesmo escrito que os peixes podem detectar uma mudança na pressão barométrica antes que ela ocorra.

Uma noção interessante talvez, embora em quase todos os casos, isto está incorreto. Um aumento ou queda da pressão barométrica, como uma frente fria que se aproxima, normalmente significa uma mudança no padrão do tempo. E é a mudança de tempo e não qualquer flutuação na pressão barométrica que afeta tanto os peixes quantos a pesca. Na verdade, a maioria das espécies de água salgada provavelmente nem estão conscientes das variações barométricas. Pressão, se no ar ou no mar, é expresso pelos cientistas como unidades de "atmosfera". Uma atmosfera é definida como a pressão causada pelo peso de todo o ar que se sobrepõe ao nível do mar ou 14,7 libras por polegada quadrada (psi).

A pressão atmosférica é muitas vezes chamada de pressão barométrica e pode ser medida pela altura da coluna de mercúrio em um barómetro. Alterações na pressão barométrica portanto, indicam um clima caprichoso. Em geral, os sistemas de baixa pressão trazem condições instáveis, muitas vezes com chuva e nuvens. Um barómetro crescente indica que uma alta de pressão está se aproximando, com o prenúncio de céu estável e claro. Quanto o peixe pode responder a essas flutuações do dia-a-dia? Considere que um valor normal para a pressão barométrica é de cerca de 30 polegadas. Alta pressão é de cerca de 30,70 centímetros. Um baixa poderosa, como durante um furacão, pode chegar a até 28 polegadas ou menos. A diferença entre estes dois extremos (2,7 polegadas de pressão barométrica ) é igual a cerca de 0,09 atmosferas. A diferença de pressão barométrica de uma simples passagem da frente fria é apenas cerca de 0,06 atmosferas. A taxa de um barômetro caindo também nos diz o quão rápido uma tempestade de baixa pressão está se aproximando. Uma tempestade lenta teria um mergulho de cerca de 0,02-0,03 cm de pressão barométrica por hora , uma tempestade de movimento rápido deve cair o barómetro cerca de 0,05 a 0,06 polegadas por hora.

Simplificando, a pressão barométrica não muda rapidamente o suficiente para transformar magicamente a mordida dos peixes como ligado ou desligado. É certamente um dos ingredientes no processo de clima global, mas a temperatura, cobertura de nuvens, direção e velocidade do vento e umidade também podem afetar as condições de pesca. A taxa e a quantidade de mudança na pressão barométrica é insignificante em comparação com o que está acontecendo abaixo da superfície. Pressão no oceano. Chamada de pressão hidrostática, aumenta com a profundidade, devido ao peso da água sobrejacente. A água é cerca de 800 vezes mais densa do que o ar, portanto, aumenta a pressão hidrostática muito mais rapidamente do que a pressão atmosférica. Se você nadar ou mergulhar a poucos metros abaixo da superfície da água, você sente este rápido aumento da pressão. A uma profundidade de apenas 32,8 pés no oceano, a pressão hidrostática é igual à pressão de todo o peso da atmosfera da Terra o nível do mar (1atm), como medido em libras por polegada quadrada . Em outras palavras, a 32,8 pés , a pressão total é devido ao peso da atmosfera (1atm) e da água (1atm), sendo de duas atmosferas. Aos 65,6 pés é 3 atmosferas, e assim por diante. A cada 32,8 pés de profundidade (cerca de 10m) temos 1atm a mais de pressão.

Os peixes podem tolerar a pressão hidrostática porque eles têm uma bexiga natatória que contém um volume de gás que se ajusta para igualar a seu ambiente. Isso permite que a maioria dos peixes possam fazer confortavelmente pequenos e rápidos movimentos para cima ou para baixo na coluna de água.

A pessão barométrica no oceano possui quatro fatores principais que podem alterar a pressão hidrostática no mundo dos peixes.

Primeiro, um peixe muda naturalmente a pressão em torno de si , fazendo movimentos associados à alimentação, nadando, evitando predadores ou tentando se livrar de um anzol. Uma pequena mudança pode resultar em uma variação relativamente grande de pressão. Por exemplo, indo para cima ou para baixo apenas 3,28 pé vai diminuir ou aumentar a pressão sobre um peixe por 1/10 de uma atmosfera. Um décimo de uma atmosfera ultrapassa qualquer mudança razoável que pode ocorrer devido a uma flutuação na pressão barométrica. Igualmente importante, quando a pressão barométrica sobe ou desce pode demorar mais de um dia para igualar a mudança na pressão hidrostática que as experiências de um peixe em segundos, acontecem durante os seus movimentos para cima ou para baixo.

Em segundo lugar, as marés podem alterar a pressão hidrostática. Assumindo que os peixes fiquem na mesma posição, mesmo um pequeno aumento de três metros em maré vai aumentar a pressão hidrostática em cerca de 0,09 atmosferas. A maré baixa diminuiria a pressão hidrostática por uma quantidade similar. Assim, dentro de aproximadamente um período de seis horas de alta a maré baixa, um peixe sofreria uma queda de cerca de 0,18 atmosferas de pressão. Isso é cerca de duas vezes o que poderia ser esperado a partir da pressão barométrica passando por uma grande queda durante um furacão.

Em terceiro lugar, as ondas fazem rápidas e continuas mudanças na pressão hidrostática. Ondas de dois metros, por exemplo, irá produzir uma mudança na pressão de cerca de 0,06 atmosferas. Esta mudança rápida está correlacionado com o período das ondas - cerca de quatro a seis segundos. Pressão maior vem quando a crista passa, pressão baixa ocorre sob a calha. Quando uma tempestade se aproxima de uma área costeira, as ondas e o aumento da pressão hidrostática será consideravelmente mais elevado do que durante os períodos de calma as condições meteorológicas.

O peso do próprio ar é a quarta influência na pressão hidrostática, mas o seu efeito é muito gradual. A pressão barométrica associada a uma grande tempestade vai mergulhar (dependendo da taxa de velocidade do sistema) por apenas 0,002-,02 ambientes por hora. Isto dá ao peixe tempo considerável para fazer os ajustes necessários. Quando comparados com os efeitos da maré, ondas , e os movimentos normais do peixe na coluna de água, alterações da pressão hidrostática causada pela pressão barométrica são triviais para peixe de água salgada.

Mesmo uma mudança dramática no barómetro será perdida com as mudanças de pressão cotidianas vividas por peixe em condições oceanográficas normais.

É uma noção feliz poder simplesmente consultar a coluna de mercúrio a cada manhã para saber se é um dia bom para o trabalho ou pesca, mas é pouco provável que a pressão barométrica sozinha pode provocar a mordida repentina dos peixes onde a sabedoria comum da pesca, muitas vezes afirma.

terça-feira, 11 de março de 2014

Licença para a prática de pesca amadora

Antes de mais nada, é importante sabermos que a prática de pesca amadora no Brasil é regulamentada pelo Ministério de Pesca e Aquicultura do Brasil (MPA).

Desta forma para praticarmos a atividade de pesca amadora no Brasil se faz necessário a emissão de licenças e registros de acordo com o objetivo principal, sendo estes:

RGP – EMISSÃO LICENÇA DA PESCA AMADORA

RGP – REGISTRO DE ORGANIZADOR DE COMPETIÇÃO DE PESCA AMADORA

RGP – REALIZAÇÃO DE COMPETIÇÕES DA PESCA AMADORA


RGP – REGISTRO DE EMBARCAÇÕES UTILIZADAS NA PESCA AMADORA

Certifique-se de emitir as licenças necessárias de acordo com o tipo de pesca que irá praticar.